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21
Jan14

Pode não ser o fim (Intervalo… - 9)

Publicado por Mil Razões...

 

Talvez já se tenha notado que gosto de desporto e o utilizo para comparações, pontos de partida.

Para abordarmos um assunto como o “intervalo”, a temática desportiva fica mesmo à mão, não é? Aqui é fácil, nos desportos coletivos está lá o árbitro, a mesa de cronometragem e quando silva o apito ou a buzina do pavilhão ecoa, acabou o tempo, começa o intervalo. Está tudo organizado. É só descansar, ouvir o treinador. Noutros casos é mais simples ainda, depende apenas dos atletas, quando chega a determinada pontuação, termina o ponto e/ou muda-se de campo. Tempo de descanso, de retempero. Simples e reconfortante.

Nas artes e espetáculos também se utiliza muito o conceito de intervalo. Para descansar, socializar, ver e ser visto, conviver. Consumir. É um conceito que é confortável e até dá para compor o negócio.

Nas escolas, nas aulas também há intervalos, mudança de sala, de professor ou de turma. Burburinho nos recreios, no bar ou nas salas de professores. Recarregar energias, comendo, mudando de assunto, renovando condições para se estar concentrado de novo. Para uma outra aula. Até pode ser um teste.

O almoço, para além de permitir cumprir a necessidade fisiológica de nos alimentarmos durante a jornada de trabalho, é também um intervalo para recuperar forças físicas e psicológicas. Uma mudança de etapa.

Está, parece-me, evidenciado que todos sabemos o que é um intervalo, para que serve, quando acontece e, de uma maneira ou de outra, todos fazemos intervalos.

Pacífico e abrangente.

Coloquemos, então, um problema: quantos de nós, nas situações mais complexas ou simples, dramáticas e dolorosas, importantes e decisivas, não perdemos o controlo e assumimos, sem mais, que aquilo que poderia ser um intervalo, uma pausa, um mero problema ou mesmo um impasse, quantos de nós – ia perguntar – não tomámos o que poderia ser um mero intervalo e achámos logo que estávamos perante o fim? O fim: definitivo, acabou-se!

Quereis aplicar a pergunta a vós próprios, à vida afetiva, familiar, relações sociais, trabalho, dinheiro, sucesso, fracasso?

Fica a proposta.

Talvez haja jogos, vidas, relações que, se fizerem um intervalo retemperador, no momento certo, se podem prolongar e renovar por muito mais tempo.

Somos é nós a ter que decidir e agir, não vai haver apitos, campainhas, luzes a acender comandadas por outros.

 

Jorge Saraiva

 

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