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O quotidiano e a nossa saúde emocional e mental.

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05
Mai17

O erro (Amor – 15)

Publicado por Mil Razões...

Man-ManfredAntraniasZimmer.jpg

Foto: Man – Manfred Antranias Zimmer

 

Uma vez o destino decidiu emendar o erro que o tempo vinha cometendo. A tua ausência da minha presença disso fazia prova. Gravosa era a falha, até porque o tempo me tinha ouvido clamar teu nome, apesar de ainda não o conhecer. Em sua defesa, pedia o tempo, que decidisse afinal se eras loira ou morena, mais doce ou mais rebelde, mais tudo ou menos nada… E à medida que ouvia esta lamúria, eu pedia mais tempo ao tempo, apenas para decidir como serias. E assim o destino, cansado de ouvir falar de culpa e indecisão, tantas vezes terrível e cruel, decidiu ser bondoso. De tão bem-disposto que andava, chegou mesmo a ser cómico ao mostrar que, ao contrário do que se acredita, às vezes, mas só mesmo às vezes, quanto maior for a procura, menor é a recompensa.

 

Rui Duarte

 

03
Mai17

Amor por definição (Amor – 14)

Publicado por Mil Razões...

Family-rmt.jpg

Foto: Family - rmt

 

Todos desejamos amor uns aos outros, uma ou outra vez, numa ou noutra ocasião. Desejamos ainda que haja no Mundo e entre todos. Falamos tanto dele mas quando surge a pergunta “o que é o amor?”, a boca fica muda, os olhos perdem-se em pensamentos longos que são rompidos de forma algo corajosa e por vezes certeira, dada a sensibilidade do tema, por explicações do amor que lhes foi ensinado, que sentem em si, o amor que lhes pertence.

Existem várias caraterísticas que são associadas por todos, de forma inequívoca ao amor, mas será esse o amor de todos nós? Poderá este ser definido? Como explicar e falar de algo tão profundo, complexo e necessário que nasce e morre de forma inexplicável dentro de cada um de nós? De um sentimento que possui as mais variadas formas de manifestação? Pelos amigos, pela família, por aquela pessoa que desejamos ter ao nosso lado pelo resto dos nossos dias e, sobretudo, aquele que a vida me tem ensinado ser o mais importante e o pilar de todos os outras formas de amar – o amor por nós mesmos.

São estas as perguntas que me enchem a alma quando os meus olhos se perdem em pensamentos logos, em busca da resposta à “tal” pergunta.

Quando se interrompe o meu silêncio, relato que este é, aos olhos do meu ser, o sentimento mais nobre que se pode experimentar, o conjunto perfeito e harmonioso de tudo que existe de bom dentro do ser humano. Creio, de mim para mim, que o amor é a cura do Mundo. A sociedade que nele habita vive sedenta de manifestações deste sentimento que se perde entre rotinas cruéis que nos consomem, compensando a escravidão invisível a que nos conduz, sob a forma de bens materiais dos quais acabamos por sequer ter tempo de usufruir, perdendo-nos assim entre a ida e a volta, sem viver realmente nem uma nem outra.

 

Pare. Reflita.

Qual o papel que o amor tem representado na sua vida? Qual o lugar real que ele tem tido no seu dia-a-dia? Qual o tempo que lhe dedica? Tem-se amado?

 

Landa Cortez

 

01
Mai17

Diário (Amor – 13)

Publicado por Mil Razões...

Sad-MorrisSneor.jpg

Foto: Sad – Morris Sneor

 

Amanhã fazes anos. Olho para trás e em retrospetiva vejo que errei tanto! Porque não sabia; porque foste o primeiro.

Não te dei colo suficiente e agora mal consigo sentar-te ao colo, porque já estás tão crescido! Não te dei beijos suficientes, e agora beijo-te todos os dias, em todos os momentos possíveis. Mas nunca chega para mim nem para ti. Não te abracei o suficiente e agora os meus braços começam a ser curtos para te abraçar. Mas abraço-te na mesma, com todo o sentimento (imenso) que tenho por ti.

 

Dizem que não há amor como o primeiro; e é mesmo assim. Foste o primeiro, e és tão especial por isso! Vivemos experiências irrepetíveis, brincámos, sorrimos. Conversámos – tanto! Quero agarrar-me ao tempo, porque te vejo a crescer e tenho medo de te perder: para os outros, para a vida. Orgulho-me de te ver crescer, mas ao mesmo tempo desejo que o tempo pare. Queria continuar a proteger-te; sobretudo, dos teus medos.

 

Mudaste de ano, de escola. Um 1º período que iniciou estranhamente bem, mas depois descambou. O novo, o diferente, as regras, os desafios, tudo junto foi às vezes demasiado para ti. Apesar disso venceste esse caminho e o 2º período está a ser melhor. Aos poucos, vais-te habituando. Mas custa não te ver feliz, entusiasmado com alguma coisa! És inteligente, sonhador, bom. Tinhas tudo para ser bem-sucedido no jogo social, porém há qualquer coisa que te impede de te deixares ir. Mas uma coisa é certa: és como és; tenho que te aceitar assim, empurrar-te às vezes, contudo, deixar-te viver a vida de acordo com a tua perspetiva.

E estar sempre aqui. Para o caso de ser preciso.

 

Sandrapep

 

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