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04
Jan17

Desafio criativo (Experiência – 2)

Publicado por Mil Razões...

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Foto: Writer – Yerson Retamal

 

Diz-me a experiência que se o momento não é de inspiração não devo insistir em pôr cá fora o que não tenho e que o teclado tão pouco me pode dar. Insistir na ideia de comunicar quando não tenho nada para dizer, também me diz a experiência que não é muito sábio porque o mais certo é ninguém ler. E a experiência é isto mesmo, capacidade de prevenir, tendo por base um conhecimento que advém da recolha de informações vindas do exterior.

Se o que acontece à minha volta não acontece simplesmente, mas é consequente e deixo que me aconteça e me toque, estou a experienciar, significando isso que estou a armazenar conhecimentos. O que eu fizer com esses conhecimentos fará de mim uma pessoa sábia, ou não. A esta altura, pela experiência e pela sabedoria que provavelmente não tenho, eu já deveria ter desistido de escrever sobre o tema, porém, e porque entendo que a experiência não pode ser sempre uma desculpa para os seres de pouca imaginação, e inibidora da criatividade, ainda aqui me mantenho a tecer considerações sobre o tema. E, se a esta altura tu ainda me lês, então a experiência é uma forma de conhecimento, mas sem grande precisão e assertividade.

 

Cidália Carvalho

 

02
Jan17

(micro)Mundos (Experiência - 1)

Publicado por Mil Razões...

Women-SergeyKlimkin.jpg

Foto: Women – Sergey Klimkin

 

Eu prefiro falar de experiências de cada um. Entendo como fundamental compreender como a pessoa vivencia as experiências, ou seja, a sua verdade das coisas. Inspirei-me um dia quando li Pio Abreu (1997, p. 15) que a determinada altura, afirma que “Para entender o doente (ou outra pessoa) não importa a realidade objetiva, as coisas em si que ele vive e percebe, mas o modo como ele as vivencia, a sua vivência das coisas, a sua verdade sobre o mundo”. Embora ligada à saúde, e de forma particular à saúde mental, aproveitei as palavras colocadas entre parênteses “ou outra pessoa”, de modo a tentar aplicar esta ideia ao(s) meu(s) viver(es). De facto, quando se procura alguém para se falar de um qualquer assunto, (de uma experiência), o que conforta mesmo é que aquilo que se sente, a sua verdade subjacente, seja compreendido nesse encontro.

As experiências são permeáveis a (micro)mundos morais, a (micro)mundos económicos, a (micro)mundos afetivos, a (micro)mundos relacionais e outros (micro)mundos e, por isso, o paradigma compreensivo é aquele que mais informação nos permite obter dessas experiências. Arrisco dizer que no(s) nosso(s) viver(es) essa compreensão só é possível se estivermos atentos a tudo o que nos é fornecido pelo outro, e esta forma de atenção exige habilidade pessoal e clínica. Nesta perspetiva, quando se trata de experiências de doença (às vezes da mesma doença), parece ser importante, investigar que pessoa a doença tem e, nem tanto, que doença a pessoa tem. Compreenderemos melhor aquela pessoa com a sua doença? Não foi intencional escrever sobre doença, mas o pensamento levou-me aqui…

 

Ermelinda Macedo

 

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