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03
Jun16

Todos temos algo para dar e receber (Dar e receber - 9)

Publicado por Mil Razões...

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Foto: Give And Take – Gerd Altmann

 

Gosto de dar, mas também gosto de receber, isso não posso esconder. Aliás, parece ser comum a toda a gente: dar e receber. Uma coisa implica a outra, convenhamos. Exemplo mais paradigmático ocorre na partilha de afetos, em que se dá o melhor para receber elogios, dá-se o que se tem para receber reconhecimento, dá-se carinho para receber afeição e amor para receber amor. A própria amizade é um contínuo dar e receber para uma realização plena. A máxima da vida será sempre no sentido de dar e receber, o que não raras vezes encerra algo de negativo e egoístico nessa relação de troca, principalmente, quando nela predomina uma ideia calculista. O ato nobre, sublime e generoso, consistirá em dar sem esperar receber o que quer que seja em troca. Deve, pois ser, incondicional, o que, por paradoxal que pareça, nunca fecha as portas para se receber sem ser necessário retribuir. Mesmo aqueles que se destacam pela sua enorme generosidade, poucos infelizmente, nesta fria e calculista sociedade em que atualmente vivemos, que tudo dão de si na vida, para realização de um ideal altruísta e humanitário, recebem sempre algo no seu espaço interior, no íntimo do seu ser, sentem a graça e a satisfação de verem os seus semelhantes felizes. Enfim, na vida, como se vê, há sempre um dar e receber, uma relação de troca, em que cada um de nós, sem esperar nada em troca, deve sentir sempre a obrigação de dar o melhor que possui dentro de si.          

 

José Azevedo

 

01
Jun16

É por aí o caminho? (Dar e receber – 8)

Publicado por Mil Razões...

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Foto: Freedom – Livraria Adventista

 

Faz-me qualquer coisa. Sentir. Preciso de sentir alguma coisa. Sentir-me. Sentir-te. Procurar-me, encontrar-me? Procurar-te, encontrar-te? Sentir quem tu és. Sentir quem eu sou. Consegues perceber o que quero sentir? Talvez ninguém perceba o desatino que vai dentro de mim. Melhor assim.

 

Deambulo entre o aqui e o ali, entre o agora e o que já foi. Não o meu corpo físico, é mais a minha desassossegada mente que anda por cá e por lá. Que tropeça entre contraditórios momentos, sentimentos e pessoas.

Quero evitá-los. A tudo, a todos. A ti? Quero evitar-te a ti. Desapegar-me, largar as amarras que me prendem nem sei bem a quem.

 

- Alguma vez te conheci?

 

Gostava de aprender a não ter expetativas em relação a nada nem a ninguém. Gostava de aprender a não cobrar nada ao outro. A leveza em estado puro.

 

- Onde andas tu para me ensinar?

 

Gostava de aprender a desistir de pedir o que quer que seja. Por talvez não saber bem o que isso é ou o que pode ser. É, com certeza, uma outra coisa qualquer, diferente daquela que foi ontem. Uma sucessão de coisas: queremos isto, o isto transforma-se naquilo, que passa imediatamente a aqueloutro.

Se, pelo contrário, aprendesse a não pedir nada, aprenderia a receber aquilo que alguém achasse que devo receber. Uma nova perspetiva do outro? Uma nova perspetiva de mim?

 

Descobrir-me. Encontrar-me. Descobrir-te. Encontrar-te. É por aí o caminho?

 

Sandra Sousa

 

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