Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Mil Razões...

O quotidiano e a nossa saúde emocional e mental.

O quotidiano e a nossa saúde emocional e mental.

Destaque

Amigos do Ziki - Uma ferramenta para o pré-escolar.

14
Set15

À experiência de ser conscientemente (Consciência – 13)

Publicado por Mil Razões...

YogaExercise-AnnaLangova.jpg

Foto: Yoga Exercise – Anna Langova

 

Se pensarmos naquilo que nos distingue como humanos, parece-me improvável que a noção de consciência não aflore, rapidamente, à nossa mente. É, pelo menos, assim comigo. Somos seres conscientes, com capacidade para mergulhar em memórias passadas e em planos futuros; com possibilidades para tomar consciência de cada ação e respiração do nosso corpo... Mas então, num mundo repleto de estímulos e sofisticadas distrações, a nossa consciência afasta-se frequentemente de nós próprios.

Entre preocupações, previsões e preparos, torna-se natural corrermos o mundo de olhos no que ainda não chegou. Os “pres” parecem-me, todavia, antecipações parcialmente desnecessárias. Isto é: quanto tempo passamos com foco em algo que nunca existiu e desvalorizamos, assim, o que de facto nos rodeia?

E depois há as memórias, e as profundas viagens na senda do passado. Não pretendo criticar planos ou lembranças; proponho somente um olhar, uma reflexão, uma tomada de consciência: entre os aléns abstratos onde nos escondemos, onde fica a consciência de onde estamos, do que sentimos e do que, no fundo, somos verdadeiramente?

A meu ver, consciência é o que somos mas, simultaneamente, o que está mais longe de nós próprios; aquela essência ou capacidade que deveríamos procurar com mais força. Quando foi a última vez que nos sentámos conscientes de cada inspiração sem qualquer apego a noções de tempo?

Entre hábitos e impulsos as nossas ações seguem-se sem grande consciência – e assim caminha, como uma sombra invisível, a nossa verdadeira essência a nosso lado. Quando foi a última vez que largámos quaisquer rótulos para desfrutar simplesmente da nossa existência, por um momento?

Consciência de cada ação, de cada emoção e de cada sensação no nosso corpo – esse é o meu yoga, a procura de cada dia. É uma forma de união connosco mesmos, com uma mais autêntica forma de existência. Antes dos rótulos sociais; para além das abstrações no tempo.

Consciência de cada momento e aceitação do presente. Fusão com o espaço e ... enfim, falo somente de experiências pessoais de consciência. Um caminho, a meu ver, digno e belo de ser explorado. À experiência de ser conscientemente; a resposta: felicidade. Súbtil, esmagadora felicidade.

 

Isabel Pinto

 

13
Set15

Eu escolhi viver (Suicídio - 2)

Publicado por Mil Razões...

DameUnBeso-XoanSeoane.jpg

Foto: Dame Un Beso – Xoan Seoane

 

Espera… cede-me um momento… e deixa que esse momento se perca no tempo, pois tenho todo o tempo para te ouvir… mas se o final do tempo chegou para ti, atrasa o relógio… volta atrás no tempo e com o que dele resta lutarei para que fiques…

“Deixa-me partir desta cidade, deste mundo… quero perder-me de mim. Ao meu redor só vejo as cinzas provocadas por um mundo em chamas, um mundo que desabou. Preciso procurar uma nova casa e se o que se esconde para lá do que podemos percepcionar pode ser apelidado de casa… então quero ir para casa… sinto-me sem forças e não me quero atrasar para o meu encontro… marquei encontro com o descanso eterno do outro lado da lua… no seu lado negro, frio e sombrio.

O coração já quase não bate por ninguém após tanta dor… as aspirações voaram com o vento após a tempestade de barreiras e obstáculos… se eu já não consigo dormir como poderei voltar a sonhar? Mas se não sonho então como pareço viver num pesadelo?

Faço-me à estrada… encontro-me sem Norte mas a bússola aponta-me o caminho… um caminho sem volta. Perguntam-me se vou morrer… não… pois já morri há muito tempo…”.

As pegadas que deixas no teu caminho são como sinais… signos com o seu significado à espera de serem decifrados… consigo juntar as letras e ouvir o som da tua voz a proferi-las… o mesmo vento que te levou as aspirações traz-me agora a tua mensagem… ”Salva-me”.

Não te aponto o dedo nem te julgo pela tua vontade… não te acuso de egoísmo… a sociedade é uma construção social fabricada pelo Homem e para o Homem… e ambos sabemos o que o Homem é capaz de fazer aos seus pares… a irracionalidade do ser racional levou a que a pouco e pouco te fosses alheando do imenso teatro que nos rodeia… já não queres ser a atração principal da tua vida, olhas para os teus documentos mas não encontras a tua identidade, não sabes o que são certezas pois em ti já só encontras dúvidas.

Por entre toda essa anomia ainda consigo vislumbrar uma imensa luz… não é a noite nas cidades que a irradia, nem tampouco o seu brilho provém de corpos celestes… é uma luz que nasce nos teus olhos capazes ainda de encandear… nos teus olhos ainda se reflete esperança, amor, um sorriso e o desejo de viver.

A tua vida não está mais perdida, pois eu encontrei-a e agora é o momento de a devolver a quem mais dela precisa…devolvo-a a ti.

“As flores não são mais cinzentas, os rios voltaram a correr para o mar, o céu vestiu-se novamente de azul, o sol renasceu, o vento voltou a soprar de forma melodiosa… e eu voltei a mim.

Falamos de momentos… e percebo agora que este não era o momento de partir, mas sim de ficar… e de viver… eu escolhi Viver…”.

 

P. Melo

 

11
Set15

Considerações conscientes (Consciência – 12)

Publicado por Mil Razões...

FirstKiss-AlenaKratochvilova.jpg

Foto: First Kiss – Alena Kratochvilova

 

Por estes dias casei. Cerca de 48 horas atrás encontrava-me a festejar com família, amigos e a minha (agora) esposa. Pessoas que amo e que me fazem feliz. E isso sei-o, conscientemente.

Perguntaram-me, variadas vezes, nos dias que antecederam o evento, se ia mesmo avançar com o casamento. Ou por outra, se tinha consciência do que ia fazer.

Acredito que tal questão (ato consciente de quem pergunta), pelo menos no meu caso, de tom verdadeiro nada teria. Seria então brincadeira, de quem não teve consciência de perceber que a mesma reduzia ao que de facto sentia em relação ao assunto. Mas o contrário, em verdade, não seria de esperar. Cada um ama como ama e sente como sente. E, por vezes, tais mecanismos nem são conscientes.

Claro que pior ficou quando em jeito provocatório, confesso, contrapunha com um “já é a segunda vez”. Conscientemente, claro.

A reação foi sempre a que esperei. Adjetivos em barda, ilustrando ora suposta estupidez, ou então ato corajoso. Mas inconsciente, diga-se.

Seria contudo injusto de minha parte não vos situar em relação aos interlocutores de tais conversas. Não foram convidados, ou sequer amigos próximos. Pessoas com quem me cruzo esporadicamente e que com quem, eventualmente, terei um amigo ou conhecido em comum.

Ficam então algumas considerações conscientes, socialmente falando:

Quem vai casar poderá não ter consciência do que vai fazer;

É válido perguntar se o anterior se verifica nesse caso concreto;

Ao perguntar tal, inconscientemente, minimiza-se o real valor do sentimento impresso ao ato;

O casamento repousa, conscientemente, numa suspeita de falência eventual;

E quem casa por segunda vez, tem por certo um défice intelectual por diagnosticar; E do mesmo não terá consciência.

 

PS: Aproveito para escrever que estou mesmo muito, muito feliz. Este “enforcado” acredita no amor. E enquanto assim for, os inconscientes serão os outros.

 

Rui Duarte

 

09
Set15

Múltiplos caminhos (Consciência – 11)

Publicado por Mil Razões...

AggressiveDevil-PetrKratochvil.jpg

Foto: Aggressive Devil – Petr Kratochvil

 

O que é a consciência? Que voz é esta que nos sussurra bem baixinho o que devemos ou não fazer? Devemos ouvi-la? Devemos agir segundo algo que não conhecemos ou que não sabemos explicar?

Consciência é a voz imaginária que habita o interior de cada um de nós. Explicá-la, com exatidão, é um desafio com que nos deparamos sempre que tentamos arranjar uma resposta lógica para este impulso que nos leva a agir de determinada forma.

Todos nós sabemos praticar boas ações… mas teremos sempre pensamentos bons? Pensamentos maus… quem os não teve em algum momento… mas tal não obriga a que estes sejam transcritos para más ações.

Podemos ver a consciência como uma avaliação moral que fazemos de algo, sem sequer nos darmos conta de que o estamos a fazer. É uma capacidade natural de perceber, em cada situação, o que se afigura como certo, prioritário e em que medida devemos agir.

É a nossa consciência que nos leva a dar conta do que devemos fazer… e repito, do que devemos mas que nem sempre seguimos. A decisão surge depois… surge após escolhermos seguir ou não o juízo criado pela nossa consciência. É no seguir ou não esta voz, este caminho traçado pelas premissas do que está certo ou errado, que nós próprios deslindamos o nosso destino e daqueles que nos rodeiam.

Em variados momentos, muitos são aqueles que lutam, sem que de tal se apercebam, contra esta voz que nos guia pelo caminho, que nos faz distinguir o bem do mal. Esquecem-se deste impulso e são guiados por ações negativas baseadas em preconceitos, legitimando a inferiorização dos outros e infligindo sofrimento.

Para a pessoa que cometeu algo que é errado, a voz de sua consciência é sempre uma chamada de atenção para as suas ações. É isto que nos distingue dos animais; eles não têm consciência do que fazem: não sabem se fizeram o bem ou o mal. O homem, pelo contrário, tem no seu interior uma voz que diz: “faz o bem, evita o mal”.

Apesar desta voz nascer connosco, a consciência precisa ser bem formada porque está sujeita às influências do meio que nos rodeia. Uma consciência bem formada é reta e verdadeira. Formula os seus julgamentos seguindo a razão, de acordo com princípios como a igualdade, a solidariedade e a justiça. É através do juízo criado pela nossa consciência que percebemos que somos todos iguais, independentemente da cor da pele, do estatuto social, do dinheiro que possuímos ou do sítio onde vivemos.

A educação da consciência é indispensável aos seres humanos submetidos a influências negativas. Muitas vezes são as circunstâncias da vida que levam a “abafar” a voz que nos indica o que está certo.

Esta voz que se ergue antes de qualquer ação tomada por nós, repete-se também após a tomada de decisão, para que possamos avaliar o caminho que escolhemos.

Que os vários caminhos e atalhos escolhidos por cada um de nós convirjam numa tomada de consciência coletiva… a do fazer o bem, a de acolher a diferença, a de não julgar, a da tolerância… a da igualdade.

 

P. Melo

 

07
Set15

La cumparsita (Consciência – 10)

Publicado por Mil Razões...

StreetTango-FranHogan.jpg

Foto: Street Tango – Fran Hogan

 

A consciência é a cruz que eu carrego… ou será a cruz que me carrega a mim? Coexistimos arduamente numa dança de voltas e reviravoltas, em que uma se tenta afastar e a outra a puxa para si, como num tango argentino em que um quer e o outro não, e depois já não quer e o outro corre atrás e bloqueia a fuga. A rosa na boca é só para enfeitar e dramatizar.

Não é fácil viver permanentemente em consciência, tomar todas decisões, jogar pelo seguro, aspirando o certo, porque mesmo o certo nem sempre está intimamente ligado à consciência, pois não? Ironicamente, é preciso ter consciência para agir sem consciência (existe maior contradição?) porque isso não quer dizer que se traduza numa ação pejorativa para nós ou para o outro. Porque, de quando em vez, também é preciso montar na catapulta e atirarmo-nos para o outro lado do muro.

Seria, sem dúvida, mais fácil viver sem esta necessidade básica de tudo fazer em consciência, de tudo decidir tendo em conta a nossa vontade e a nossa necessidade, ou então – ainda melhor – nada ter que decidir, deixar a vida decidir por nós. Maravilha, não? Pois, mas somos animais racionais e necessitamos da ordem, além de que não somos crianças, aliás às crianças tentamos que tenham consciência de si e dos seus atos o quanto antes…

Por outro lado – e como existe sempre o outro lado da história - existe o fator medo que vai pairando neste meu relacionamento ambíguo, em que uma vai carregando a outra, porque às vezes há que correr (e muito), mas refugio-me nessa tal de consciência, com medo da perda, com medo da eminência da queda, ou simplesmente só com… medo! Na verdade, existe uma linha tão ténue, qual marca de água, que separa a consciência do medo, que me faz periclitar entre um lado e outro permanentemente.

Basicamente, consciente por ter cão e consciente por não ter.

E assim vou dançando pela vida fora, entre disputas, vitórias e perdas, com a tal senhora cruz, mesmo sabendo que o tango argentino não é o meu estilo preferido, mas ciente de que é impagável poder partilhar a minha almofada com ela.

 

Ana Martins

 

06
Set15

O labirinto (Suicídio - 1)

Publicado por Mil Razões...

AndarAPéNumaPraiaLabirinto-Andrew Schmidt.jpg

 Foto: Andar a pé numa praia labirinto - Andrew Schmidt

 

Estava num labirinto. Só via encruzilhadas, caminhos cruzados sem saída. Percorreu todos os caminhos e voltou sempre a um onde já estivera, voltou ao anterior, voltou ao primeiro. Andou em todos e em cada um deles mais do que uma vez, tentou andar em todos de uma só vez e depois já não tentou.

O desespero sempre do mesmo chão, a angústia sempre das mesmas paredes, o terror nunca da saída. E desistiu. Deixou-se ficar preso no labririnto e num flash chegou a libertação, o alívio, a paz e depois mais nada.

Lentamente, a rebolar pelo chão veio um novelo. Seria de lã ou de linha, não sabia bem. Nunca pensou que veria um, nunca pensou que chegasse um ali. Recebeu-o e levou-o consigo pela mão, pelo caminho. O novelo mostrou-lhe o chão e as paredes, aqueceu-lhe a mão e o corpo e o coração. Já teria passado por ali, mas talvez não naquela direção.

O novelo era de lã escura e grossa. Enquanto o enrolava apercebia-se de que era de muitas cores. Cores escuras que se misturavam numa bolinha de fios cruzados e entrelaçados. O fio começou a ficar mais esticado, começou a puxar pelas suas mãos. As cores eram mais claras agora, as mãos estavam mais claras também. As paredes eram brancas e o chão de areia fina e brilhante.

Começou a ver os fios do novelo uns por cima dos outros, as suas mãos estavam inteiras, tinham dedos e os seus pés andavam firmes e rápidos num só sentido. Sentiu os olhos a fecharem-se, uma aragem fresca na cara e quando o fio acabou estava cá fora!

Abriu os olhos e tinha o novelo nas mãos. O novelo pulsava devagar e as cores corriam pelos fios num fluxo constante. Viu uma pessoa à sua frente. Estendeu-lhe as mãos abertas e entregou-lhe o novelo.

- Obrigada! Como soubeste que estava ali?

- Não soube. Ouvi o teu grito.

- Eu não gritei.

- Mas eu ouvi!

 

Patrícia Leitão

 

05
Set15

Saúde mental e prevenção do suicídio

Publicado por Mil Razões...

DMPS 2015 Logo2.png

 

No próximo dia 10 de setembro celebrar-se-á o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. Em 10 de outubro celebrar-se-á o Dia Mundial da Saúde Mental (este ano sob o tema: Dignidade na saúde mental).

 

O blogue Mil Razões…, associando-se àquelas celebrações, publicará uma minissérie de artigos com o tema Suicídio, sempre ao domingo, a partir de 6 de setembro.

Leia os artigos e deixe os seus comentários.

 

04
Set15

Tomar consciência (Consciência – 9)

Publicado por Mil Razões...

CrackedDiamond-GeorgeHodan.jpg

Foto: Cracked Diamond – George Hodan

 

Quando se observa um diamante podem ser vistas várias cores que se vão alterando conforme o prisma. Assim é este tema. Um diamante. Um tema rico demais, que pode ser abordado de tantas formas interessantes. Hoje, porém, resolvi abordá-lo de uma forma muito simples porque a simplicidade é também uma dificuldade.

Uma das situações que mais podem ajudar o ser humano a evoluir, não é somente a consciência, mas sim a Tomada de Consciência. Tomar consciência é um processo muito delicado e complexo. Primeiro porque o ato de Tomar implica interiorizar, tornar seu porque se quer deixar entrar. Isto por si só já seria consciência. Mas as duas palavras juntas preconizam algo mais forte e profundo… é um olhar de forma diferente para o óbvio, é perceber o que sempre lá esteve e isto é algo que pode ser muito difícil. Tomar consciência que estamos errados, tomar consciência que aquela pessoa não é o que queríamos que fosse, tomar consciência dos nossos padrões, tomar consciência do inevitável, tomar consciência da respiração. Mas é nesta consciência “consciente” que podemos fortalecer-nos, melhorar a nossa conduta, enquadrar-nos nos acontecimentos. Saber quem somos e onde estamos no percurso da vida, é saber evoluir com a Luz da inteligência e o Brilho da coragem para mudar, reforçar ou ignorar aspetos que sem esta Consciência nos deixariam sempre aprisionados no terreno lamacento da ilusão.

 

Sara Almeida

 

02
Set15

Et voilà (Consciência – 8)

Publicado por Mil Razões...

Stages-PetrKratochvil.jpg

 Foto: Stages - Petr Kratochvil

 

Se não tens por que ficar, vai. Deixa que os outros te julguem como quiserem. Deixa que o mundo te meça na medida do que for capaz de sorver. Não esperes que entendam. Não queiras que te entendam.

Se tomares a decisão, não olhes para trás. Não programes as coisas como se fosses cá estar depois porque não vais. E não fazes ideia de como as coisas vão ser quando partires.

Organiza-te. O que te falta fazer? De quem te queres despedir sem cheirar a despedida? Faz isso tudo com um sorriso nos lábios, com amor no coração. Não comeces guerras que não vais ajudar a travar. Não deixes azedume e tristeza na tua saída; essas coisas podem durar uma eternidade.

Com a consciência que te resta, não hesites, não gaguejes, não grites aos sete ventos. Vai. Calmamente. Em paz.

Liberta-te dos grilhões da vida, do espaço e do tempo.

Não, não estás louca. Talvez estejas mais sã do que nunca. Que mais poderias dar a um mundo tão insano e perverso?

 

Alexandra Vaz

 

Pág. 2/2

Porto | PORTUGAL

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Equipa

Alexandra Vaz

Ana Martins

Cidália Carvalho

Ermelinda Macedo

Fernando Couto

Jorge Saraiva

José Azevedo

Leticia Silva

Rui Duarte

Sandra Pinto

Sandra Sousa

Sara Almeida

Sara Silva

Sónia Abrantes

Tayhta Visinho

Teresa Teixeira

Calendário

Setembro 2015

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D

Comentários recentes

  • Anónimo

    A realidade de tantos e tantos...

  • Teresa Teixeira

    Obrigada. É só o que me apetece dizer, agora. E nã...

  • Cidália Carvalho

    Rui Duarte, não peça desculpas por entender que o ...

  • Anónimo

    Exatamente! E esse respeito passa também por serem...

  • Anónimo

    Obrigado pela sua resposta ao meu comentário Teres...

Links

Amigos do Mil Razões...

Apoio emocional

Promoção da saúde