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O quotidiano e a nossa saúde emocional e mental.

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28
Fev12

Como eu gosto daquela música (Mudança – 4)

Publicado por Mil Razões...

 

- Carlos, tenho que mudar…

 

- Oh… vais mudar de curso? Nunca estás satisfeita! Só eu é que não tenho essa sorte. Tenho que trabalhar e não me queixar…

 

- Não, não é isso…

 

- Então? Não me digas que vais mudar de casa, outra vez? Tu e as tuas colegas não convivem muito bem juntas mesmo. Há sempre problemas. Se vocês soubessem a sorte que têm. Só eu é que não me posso dar a esse luxo de mudar quando bem me quer e apetece. A vida é mesmo injusta com algumas pessoas.

 

- Pois, mas também não é isso… sabes aquela música do António Variações de que eu gosto muito e que diz: “Muda de vida se tu não vives satisfeito / Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar”? É assim que eu me sinto…

 

- Mas não gostas da tua vida? Quem me dera a mim… a tirar o curso de Assistente Social pago pelos papás…

 

- O meu curso não é de Assistente Social é de Educadora de Infância…

 

- Ou isso, é a mesma coisa. O destino é o mesmo: desemprego! A tua vida é um passeio no parque, Elisa. Não tens preocupações e o teu futuro está garantido. Não tens que lutar por nada. Sim, e aquela coisa do Karaté que fazes não conta!

 

- Não é Karaté… ando a aprender técnicas de defesa pessoal…

 

- Pois, é como eu digo. Isso não conta. Eu é que luto todos os dias para mudar a minha vida e não saio da cepa torta. É só trabalho e mais trabalho! Bom, olha, tenho que ir embora. Amanhã ligo-te e tomamos café à mesma hora, está bem?

 

- Não, Carlos, não vai ser possível. Nem amanhã, nem nunca mais…

 

- Mas, estás doida? Porque dizes isso? Eu amo-te e quero estar contigo.

 

- Como podes tu amar-me se nem me conheces? Não faz sentido estarmos juntos se me sinto cada vez mais só quando estou contigo. Tenho que mudar Carlos e começa já hoje. Não me telefones e não me procures. Já não faço parte da tua vida… Carlos, afinal, a tua vida também já está a mudar. Não precisas de agradecer.

 

Liliana Jesus

 

24
Fev12

Até conseguir (Mudança – 3)

Publicado por Mil Razões...

 

Mudar, sempre é difícil. Se vamos mudar de casa, logo estamos envolvidos com caixas e mais caixas. Guardando coisas, separando objetos, encontramos passado e presente. Coisas que um dia significaram alguma coisa, outras perderam sentido. Fotos aparecem e contam histórias. Telefones anotados em pedaços de papel, quem nunca pegou um guardanapo e escreveu um telefone? Tantas coisas que juntas contam quem somos nós. Separadas em caixas, cobertas e às vezes no lixo, continuam sendo uma parte do que somos.

Na vida, mudar de casa é como mudar para crescer, deixar para trás o que conhecemos e começar do zero. Tantas vezes somos obrigados a mudar nossos sentimentos, fingir que não estão ali, tentar melhorar até conseguir mudar, para poder seguir adiante.

Mudanças boas existem, fáceis não. Mudanças rápidas e inesperadas, também.

Apesar de muitos negarem, em alguma coisa todos queremos mudar. Porque mudar significa evoluir, conseguir alguma coisa.

E mudar por amor? Impossível. Ninguém muda por amor. Escondemos algumas coisas por amor, mas mudar não mudamos. O amor é tão temperamental que ele está convencido de que pode mudar o outro, é questão de tempo e de jeito. Muito se investe nisso, mas o outro não muda. Porque ninguém muda por decreto nem por amor. Mudança é uma coisa que está no fundo da alma, uma necessidade que todos temos, mas tentamos ignorar. Apenas quando ela vem à tona é que conseguimos a força para mudar.

A dor também faz mudar. Sofrer cansa, desgasta, queima a esperança. Assim, depois de tanta dor, mudamos, não queremos mais sofrer aquilo de novo e mudamos nosso jeito de pensar.

O crânio humano é resistente, ideias entram fácil, mas resistem em sair, então só temos a alternativa de mudar.

A natureza não resiste. Muda as estações, a temperatura, as plantas. Fazem isso em silêncio, apenas para nos mostrar que mudar não é ruim, pelo contrário, quando mudamos, coisas melhores acontecem.

 

Iara De Dupont (articulista convidada)


21
Fev12

Brisa quente (Mudança – 2)

Publicado por Mil Razões...

 

O despertador rompeu o silêncio do quarto com a música dos bangles mesmo a propósito… Just another manic Monday… Na luta contra o sono, Rita tenta abrir os olhos e vai espreguiçando até chegar ao outro lado da cama, agarra a almofada e tenta respirar os vestígios da fragrância que há pouco entrou na sua vida.

Este perfume virara o seu mundo do avesso. Tinha uma vida tão tranquila e tão organizada, sem grandes emoções nem sobressaltos… já tinha definido os seus próximos anos, já tinha conseguido domar a solidão, sabia-lhe bem chegar a casa e ficar sozinha, sentia-se confortável na pacatez e já nem sequer questionava a possibilidade de alguém entrar na sua redoma. As experiências amorosas faziam parte do passado, a última tinha sido enterrada há muito e com ela a esperança de novos ventos. De certa forma, tinha aprendido a ser feliz, era alegre e agradecia o que a vida lhe dava. Pontualmente pensava no vazio da sua vida amorosa, mas sabia que, por salvaguarda, não devia questionar demasiado e contentar-se apenas com aquilo que tinha.

Até um dia em que aquela essência imergiu no seu inverno, um perfume que reconheceu de imediato e que varreu de um sopro certezas afinal tão frágeis. O seu dia-a-dia, as suas rotinas, as suas horas de leitura, de meditação e até de sono foram abalroadas por uma lufada quente. Rita sabia que desta vez tinha de abrir todas as janelas e deixar o sol e o vento percorrer a sua casa, circular, desarrumar aquilo que estava quieto, e dar uma nova ordem à sua vida. A rotina tranquila à qual estava tão apegada era subitamente sacudida, brotava uma nova vida para a qual se tinha preparado sem saber. Depois de intermináveis anos de solidão, de repente, tudo fazia sentido, as peças encaixavam. Muito antes da Rita se aperceber, o processo de mudança já tinha iniciado, amadurecendo aos poucos. A seu tempo, a semente tinha crescido e Rita tinha percorrido o seu caminho devagarinho até a flor finalmente desabrochar frente aos seus olhos.

Sentada na cama, abraçada à almofada e de olhos bem abertos, Rita estava atrasada mas deixava-se inebriar um pouco mais por aquela deliciosa fragrância. Sabia que mal saltasse da cama, enfrentando a chuva e o frio, ia receber aquela segunda-feira com um sorriso luminoso porque afinal a mudança que esperava tinha surgido como uma primavera antecipada.

 

Estefânia Sousa

 

17
Fev12

Mudança sem KO (Mudança – 1)

Publicado por Mil Razões...

 

Ainda ontem se encontrava sentado, tentando durante horas não deixar o corpo agitar-se em espasmos que refletiam a imposição do frio ao seu físico. O Porto apresentava-se cinzento e assim foi escurecendo, acompanhando a conversa que mantinham. Desta vez, o alerta amarelo não se traduzia em previsível tormenta ou tempestade. Apenas em frio e frieza. Chegou a noite, desfasada da sua própria perceção do tempo e aí o corpo cedeu mesmo à inevitabilidade da convulsão. Por esta altura já não lhe interessava se este sinal de vulnerabilidade não encontrava companhia no rosto fechado com que tentava transmitir convicção. Tentou expressar a mesma, através das palavras com que iniciou o discurso, apresentando a sua versão dos factos e dos sentimentos. Tentou expressar a mesma, através do olhar e da pressão que as mandíbulas exerciam uma contra a outra, desfigurando o seu rosto e o sorriso que ela tanto aprecia, quando calado observou as lágrimas que dos olhos dela começaram a surgir. E assim ficou. Resistiu, estoicamente considerou ele, face ao que de si conhecia e ao que teria permitido ouvir sem retorquir em situações passadas, aos relatos pormenorizados das suas falhas e omissões. O seu ego ia sofrendo, de assalto em assalto, encostado às cordas sem conseguir de lá sair. De vez em quando ensaiava um uppercut mal metido, que embora tocando no adversário não lhe causava muito dano porque partia já sem convicção. Não porque faltasse força no punho, mas porque um KO significaria o tapete para os dois. E ele nunca, nunca desejou isso. Aturdido, despediu-se com um beijo fugidio, daqueles deliberadamente secos que tentam ocultar o amor que se sente. Num SMS tardio propôs-se em levá-la ao emprego, por motivo de carro avariado, mas mais ainda porque quer que perceba que com ele pode contar. Mesmo depois de um combate brutal. Pela noite desligou-se do mundo e do frio. Percebeu mais tarde que se tinha desligado também do sono durante largos períodos. Acordou anormalmente cedo e tomou conta de si. Saiu com temperatura negativa e à hora marcada estava à porta dela, acontecendo muito rápido um mundo de coisas a partir desse local e do momento em que a viu. Sentiu-se desarmado, de surpresa apanhado com o baque que levou. Os olhos mostraram-lhe um segredo conhecido, o amor profundo de mulher revestido e o futuro à distância do agarrar. Não foi facto novo, mas voltou a ser trespassado pela certeza de que ninguém mais lhe serviria. Eram oito e tal do novo dia quando percebeu que tinha de mudar.

 

Rui Duarte

 

14
Fev12

E tanto fica por viver (Resoluções – 13)

Publicado por Mil Razões...

 

Todos os dias faço a resolução e tenho o propósito de ser feliz… Pois todos os dias não o consigo atingir… E detesto-me todos os dias por isso…

Erro meu, que resolvo todos dias querer algo que para mim é inatingível… Não porque tenha razões fortíssimas que o impeçam, mas porque não fui dotada e ensinada a valorizar a vida, a valorizar o que tenho e o que sou… Como tal, toda eu sou algo que não gosto… Ser feliz? Não, não sei como…

E tantas palavras ficam por dizer, e tantas outras, eu queria calar mas insistem em estar presentes e em destruir o que resta das minhas forças.

 

E enfim, já não desejo ser feliz…

 

A morte? Sim… o desejo de morte persegue-me. O desejo de sentir-me em paz, longe de mim, longe desta vida que não tem valor para mim… Mas a morte é uma opção de fuga… Quem me garante que do outro lado da morte eu terei a paz que almejo? Principalmente, se fugi de tudo e de todos por covardia, porque não tinha forças para lutar e para me aguentar. E não só por covardia, mas também, por incapacidade de saber lidar com o sofrimento, inabilidade tão limitante que incapacita-me de encontrar alternativas, novos caminhos, soluções diferentes… Caminho certo para uma perturbação mental… Caminho que me leva a, mais uma vez, procurar opções de fuga… Fuga ou luta?...

 

Bem, para já resta-me andar por aqui, resolver todos os dias viver da melhor forma que conseguir. Resolver todos os dias algo possível e que eu consiga atingir… Resolver viver o dia-a-dia…

 

Ana Lua (articulista convidada)

 

10
Fev12

Um 2012 simples (Resoluções – 12)

Publicado por Mil Razões...

 

Faço sempre resoluções para o Ano Novo, mas geralmente não resulta porque a) quero sempre tanta coisa que b) acabo por não cumprir nem metade e c) isso é desmotivante... Das 13 resoluções que fiz para 2011, cumpri 5 e meia. Uma taxa de sucesso de 42% não é grande coisa...

 

Há muitos minimalistas famosos, como o Leo e o Joshua, que vivem sem objetivos. Não ter objetivos permite-lhes viver com menos stress e serem mais produtivos e felizes. Viver sem objetivos significa não estar sujeito a ações diárias, semanais, mensais ou anuais pré-definidas. Viver sem objectivos significa simplesmente fazer. Fazer todos os dias aquilo de que gostamos.

 

Eu não chego a esse extremo e gosto de ver as coisas escritas para não me esquecer do que pretendo alcançar. No entanto, já não faço listas enormes de coisas para fazer, que só me traziam ansiedade, por não ser capaz de fazer tudo em tempo útil. Este ano decidi ser mais realista e menos ambiciosa. Graças ao meu novo estilo de vida minimalista, disse não a muitas coisas e agora consigo focar-me mais no que realmente é importante para mim.

A semana entre o Natal e a passagem de ano é uma altura estranha, como refere a Barrie. Geralmente tiro sempre esta semana de férias e aproveito para ficar em casa. Faço algumas arrumações, destralho mais um bocadinho, leio muito, e penso no ano que aí vem.

 

Rita B. Domingues (articulista convidada)

http://busywomanstripycat.blogspot.com

07
Fev12

O André (Resoluções – 11)

Publicado por Mil Razões...

 

André. Era assim que gostava de ser chamado. André soava-lhe a normalidade mas soava-lhe também a alegria. Era um nome alegre, feliz. Achava que ninguém conseguiria chamá-lo de forma triste. Andréééé, gritava ele quando pensava neste mesmo assunto, tentando ocupar os pensamentos. Do seu verdadeiro nome já sobravam só memórias vagas… muito vagas!

 

André era cozinheiro profissional. Era, antes de ter conhecido o Pedro, o António e João. Os três companheiros de copos. Eram só uns copos, diziam. Era por ser fim de semana, repetiam. Mas com o andar, a vida era já para comemorar todos os dias, e os fins de semana passaram a ser todos os dias e os copos… esses, passaram a ser garrafas. Uma, duas… talvez três ou mais. A vida era para comemorar!

Passaram-se alguns anos nesta comemoração constante. O Pedro, o António e o João deixaram de lhe ligar para sair, as namoradas constantes deixaram de aparecer. O trabalho, esse, ficou também comprometido. Daí até perder a casa na rua principal da cidade, o carro novo e o telemóvel da moda, foram apenas algumas semanas.

André, como gostava de ser chamado, passou a dormir numa esquina de duas montras de uma loja chique da cidade. Uma loja que em tempos também frequentou. Mas as amigas, aquelas de todos os dias, as garrafas continuaram a fazer-lhe companhia e nunca se sentiu sozinho.

 

Foi na rua que conheceu o Manel. O Manel era um homem que conhecia as ruas como ninguém. Vivia nelas há mais de 15 anos e conhecia os sítios onde se poderia arranjar uns trocos com alguma facilidade. Mas sabia também arranjar comida, um leite quente ou até uns cobertores. Conhecia até onde se arranjava as bebidas quase de borla. Não eram de boa qualidade mas o essencial estava lá e isso era o que mais importava. Foi também com o Manel que André conheceu as freiras e os padres que aos domingos os deixavam tomar banho com a promessa de um dia se afastarem totalmente da bebida. Era uma promessa que os dois faziam com a mesma facilidade com que iam logo depois comprar as garrafas para aquele dia Santo.

André via em Manel um irmão mais velho. Não que ele lhe demonstrasse grande afeto. André pensava até que Manel fazia-o mais por uma solidariedade solitária do que por amizade ou afeto, mas André admirava-o mesmo assim.

 

Era domingo. O dia corria como todos os domingos desde… André não sabia já desde quando. Tinham ido tomar banho e comer qualquer coisa quente. Depois tinham passado pelas traseiras daquele hipermercado, buscar umas garrafas que tinham chegado em troca de uns favores que tinham feito dias antes. Vodka era o que lhes tinha calhado na sorte. Não esperando por mais nada, até porque não tinham nada porque esperar, abriram duas ainda ali a dois passos. Beberam-nas em menos de nada. O álcool era um desejo, um amor viciante que não conseguiam deixar esperar.

 

Daquele domingo André não se lembra de mais nada. Na segunda-feira acordou no mesmo lugar de sempre. Ao seu lado quatro garrafas vazias. O Manel, que costumava ser madrugador, ainda estava deitado no lugar de sempre. Estava deitado mas não se levantou mais… Qual Romeu, Manel tinha morrido por um amor. Um amor retorcido, amargo, solitário.

 

André não queria acreditar no que via e saiu. Saiu desorientado, sem saber se era pelo Manel se pela ressaca da noite anterior. Saiu com passo largo, apressado… Correu sem saber onde seria a meta. Correu várias horas sem que lhe faltasse o folgo. No fim, sentou-se à beira rio e chorou. Chorou, mas tal como de manhã não sabia se pelo Manel, se por si e pela sua vida desperdiçada. Aliás, sabia e isso fazia apenas com que a corrente de lágrimas fosse ainda maior.

 

Na segunda-feira voltou lá, não àquele lugar onde provavelmente o Manel ainda estaria, mas às freiras. Pela primeira vez dirigia-se ali para se lavar de uma outra forma.

 

Naquela segunda-feira o André deixou de existir. Entrou numa clínica de desintoxicação e ao fim de 1 ano e meio estava já a trabalhar num dos restaurantes mais badalados da cidade.

 

Vicente. Agora gosta de se chamar Vicente para se lembrar que se pode sempre vencer.

 

Cátia Azenha (articulista convidada)

 

03
Fev12

Agora é que é (Resoluções – 10)

Publicado por Mil Razões...

 

Decidi, está decidido! Não quero saber o que irão dizer, comentar, censurar, opinar. Não me importam os olhares recriminadores e os acenos de cabeça em tom negativo. Está decidido, ponto final. Ou melhor, ponto de exclamação. Nunca estive tão convicto de alguma coisa como estou desta decisão. E vai começar já hoje, que me sinto motivado, insuflado de energia, forte e corajoso! Hum, que bela forma de começar o Novo Ano que tantas expetativas e promessas arrasta com ele. Vai ser desta que vou concretizar uma de tantas novas e esperançosas resoluções que todos os anos teimo em acompanhar com as passas. Decidi, está decidido! E vou começar já hoje.

Encosto-me numa rocha húmida e sinto a areia fria nas pernas. O mar está, aparentemente, sereno. O sol brilha forte e aquece-me a cara que retribui com um sorriso agradecido e morno. Os olhos fechados ouvem o sussurro das ondas. Decidi, está decidido… vou quedar-me aqui a fazer NADA. Porque é que temos de andar sempre a correr? Não é preciso fazer para ser.

 

Liliana Jesus

 

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